Redespacho: entenda como tudo funciona para o embarcador

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Diante da expansão do mercado virtual, as transportadoras se viram obrigadas a acompanhar o ritmo desse crescimento. Para vencer os desafios e aprimorar as operações surgiu o conceito de redespacho.

Além dessa modalidade de transporte, existem ainda outras duas: o redespacho intermediário e a subcontratação.

Para saber mais sobre os três recursos que visam atender regiões maiores e entregar as mercadorias com maior agilidade, continue a leitura deste conteúdo. 

Vamos te contar tudo a respeito desses tipos de redespacho!

Você sabe o que é redespacho?

Resumidamente, redespacho pode ser definido como a operação realizada por uma transportadora que percorre apenas uma parte do trecho e contrata outra empresa para finalizar o percurso até o cliente final.

Em outras palavras, a contratante é chamada de redespachante, se responsabiliza pela entrega da mercadoria no seu destino e é ela quem recolhe o produto junto ao embarcador.

Enquanto isso, a contratada é chamada de redespachada e possui relação jurídica apenas com a transportadora que a contratou. Ou seja, não há nenhum vínculo estabelecido entre ela e o embarcador. 

Ficou confuso? 

Acompanhe o exemplo abaixo para entender melhor:

  • A transportadora “A” possui recursos para atender apenas o interior de São Paulo, mas precisará realizar uma entrega no Sul do País;
  • Assim, a transportadora “A” contrata a transportadora “B” para dividir o percurso;
  • Depois de coletar a mercadoria com o embarcador, a transportadora “A” deixa o produto em um centro de distribuição;
  • Por fim, a transportadora “B” coleta o pacote no centro de distribuição e realiza a entrega no seu destino final. 
  • Pronto, fim do processo!

Entenda o conceito de redespacho intermediário

Agora que você já sabe o que é redespacho, fica fácil entender o redespacho intermediário. O princípio é o mesmo, porém, uma terceira transportadora faz parte da operação.

Dessa forma, mais uma empresa é contratada para realizar um trecho intermediário do percurso. Nesse caso, o transporte é dividido em três etapas, não mais em duas, como era no redespacho.

Logo, estão envolvidas no processo as transportadoras “A”, “B” e “C”, sendo cada uma delas responsável por uma fase da entrega.

Em geral, a operação é realizada quando as distâncias a serem percorridas são ainda maiores do que na modalidade anterior.

 

Leia também:

Gateway de frete: a importância do rastreamento de pedidos

O que é auditoria de fretes e quais suas vantagens?

 

Subcontratação: o que é e como funciona?

Por fim, a terceira modalidade de transporte é a subcontratação. Na operação, a transportadora contratada pelo embarcador não presta os serviços com recursos próprios.

Ou seja, acontece uma terceirização: a empresa vinculada ao embarcador não participa do percurso e contrata outra transportadora para realizar a entrega, desde a origem até o destino.

De tal modo, a empresa contratada pela transportadora é responsável pelo trajeto completo.

Normalmente, é necessário utilizar esta modalidade quando as operações de um e-commerce, por exemplo, abrange o território nacional.

Por que o redespacho é importante para o embarcador?

Se para a transportadora o redespacho é essencial para aumentar a competitividade e ampliar a região de atendimento, para o embarcador, a operação também é de suma importância!

Afinal, por meio dessa modalidade de transporte a satisfação dos clientes finais é garantida, já que a entrega acontece em um tempo muito menor do que se uma única transportadora tivesse que fazer o percurso inteiro.

Aliás, em muitos casos, certamente, a entrega nem ocorreria, pois seria inviável.

Qual o impacto do redespacho nos prazos e custos do frete?

Bem como mencionamos, o redespacho impacta diretamente no prazo de entrega e nos custos do frete. Isso porque, todos os trajetos são percorridos com maior agilidade, desde que, é claro, as transportadoras envolvidas sejam confiáveis.

Com relação aos custos, o valor da entrega é embutido no preço total do produto ofertado ou é cobrado separadamente.

Em ambos os casos é preciso ter o cuidado de planejar minuciosamente a operação para que não se torne muito onerosa para o cliente e nem encareça o transporte, gerando prejuízos.

Por isso, esteja atento a todas as etapas do processo e não descuide de nenhum detalhe, pois qualquer deslize pode comprometer o negócio!

Como a tecnologia ajuda a controlar as operações?

Enfim, se você quer garantir que o cliente receberá a mercadoria no prazo combinado, esteja ele onde estiver, é fundamental controlar cada fase da operação de frete.

Principalmente quando há parceiros envolvidos, como é o caso do redespacho. Afinal, a carga transportada passará pelas mãos de outras empresas, o que aumenta ainda mais a responsabilidade demandada.

Felizmente, a tecnologia está presente em nossas vidas para mitigar riscos e auxiliar nos processos. Nesse sentido, é imprescindível que os embarcadores usem sistemas de controle de frete para monitorar o transporte terceirizado. 

As transportadoras, por sua vez, também devem contar com programas capazes de realizar a gestão de transporte.

SMO Frete

Assim, contar com o SMO Frete, um sistema completo que promove a gestão de fretes inteligentes é uma excelente alternativa! A plataforma reduz custos através de simulações e monitora as movimentações de mercadorias.

Além disso, a ferramenta controla ocorrências, audita os fretes contratados e acompanha de perto as entregas, sem deixar passar irregularidades ou atrasos.

Portanto, não perca vendas e não tome prejuízo nos negócios já fechados. 

Recorra ao redespacho para viabilizar suas entregas e invista num programa capaz de controlar suas operações!

Conheça o SMO Frete.

 

Posts relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.